Condutor de charrete que atropelou e matou turista em praia de SP é preso

Prospyre Batari Frash
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O acidente de charrete em Itanhaém que resultou na morte de Thalita Danielle Hoshino chocou o litoral de São Paulo e trouxe à tona a necessidade de discutir a segurança nas praias. Thalita, uma administradora de TI de 38 anos, pedalava com uma amiga na faixa de areia quando foi surpreendida por uma charrete em alta velocidade. O incidente, ocorrido em 23 de março de 2025, terminou com a prisão do condutor, um homem de 31 anos, e reacendeu o debate sobre a regulamentação de veículos de tração animal em áreas públicas. A tragédia não foi apenas um caso isolado, mas um reflexo de problemas maiores que afetam a região há anos. A Polícia Civil de São Paulo agora investiga se o acidente de charrete em Itanhaém está ligado a corridas ilegais, prática que tem preocupado moradores e autoridades.

A vítima, Thalita, era uma turista de São Bernardo do Campo que aproveitava um fim de semana na praia com amigos e o marido. O acidente de charrete em Itanhaém aconteceu em um momento de lazer, quando ela e sua amiga Gabriela pedalavam tranquilamente na divisa entre Itanhaém e Peruíbe. De repente, duas charretes surgiram em alta velocidade, acompanhadas por veículos motorizados, segundo relatos de testemunhas. Gabriela conseguiu desviar, mas Thalita não teve a mesma sorte e foi atingida violentamente. O impacto causou um traumatismo cranioencefálico grave, levando-a à internação na UTI do Hospital Irmã Dulce, em Praia Grande, onde faleceu dois dias depois. Esse acidente de charrete em Itanhaém expôs a vulnerabilidade de pedestres e ciclistas em locais que deveriam ser seguros.

O condutor da charrete, identificado como Rudney Gomes Rodrigues, foi preso em 29 de março em uma casa na Praia Grande. Ele alegou que o acidente de charrete em Itanhaém foi um incidente acidental, afirmando que Thalita cruzou seu caminho inesperadamente enquanto ele fazia um passeio familiar. No entanto, a versão contrasta com depoimentos de testemunhas, como Gabriela, que afirmam que as charretes estavam em uma disputa de velocidade, conhecida localmente como racha. A Polícia Civil trata o caso como homicídio, investigando a possibilidade de o condutor estar participando de uma corrida ilegal no momento do acidente de charrete em Itanhaém. A apreensão do cavalo e da charrete reforça a seriedade com que as autoridades estão lidando com o caso.

A prática de rachas com charretes não é novidade no litoral paulista, especialmente na região de Itanhaém e Peruíbe. Moradores relatam que essas disputas são frequentes há anos, muitas vezes atraindo apostadores e curiosos para as faixas de areia. O acidente de charrete em Itanhaém não foi o primeiro a causar vítimas; em 2024, um menino de oito anos também foi atropelado na mesma cidade, evidenciando um padrão de negligência e falta de fiscalização. Apesar de leis municipais proibirem a circulação de veículos de tração animal nas praias, a execução dessas normas tem sido falha. O Ministério Público Federal já investigava essas atividades desde 2019, mas as medidas adotadas até agora não evitaram o acidente de charrete em Itanhaém que tirou a vida de Thalita.

Após a tragédia, a prefeitura de Itanhaém agiu rapidamente instalando barreiras de pedra na faixa de areia da Praia do Santa Cruz, local próximo ao acidente de charrete em Itanhaém. A iniciativa busca impedir o acesso de charretes e outros veículos à área, mas enfrenta resistência de frequentadores que removem os obstáculos. As gestões de Itanhaém e Peruíbe, que dividem a responsabilidade pela região onde ocorreu o acidente de charrete em Itanhaém, culpam-se mutuamente pela falta de controle. Enquanto Itanhaém diz que o incidente aconteceu fora de seu território, Peruíbe admite a existência de corridas ilegais, mas aponta a dificuldade de fiscalizar a divisa. Esse impasse revela a necessidade de uma ação conjunta para evitar novos acidentes de charrete em Itanhaém.

A morte de Thalita deixou marcas profundas em sua família e amigos, que agora clamam por justiça. Gabriela, que testemunhou o acidente de charrete em Itanhaém, expressou sua revolta e esperança de que a tragédia sirva para acabar com as corridas ilegais na região. Thalita era conhecida por sua paixão por tecnologia e pelo sonho de viver perto do mar, um desejo que a levou àquele fatídico passeio. A comoção gerada pelo acidente de charrete em Itanhaém também mobilizou a comunidade local, que exige mais segurança nas praias. O caso expôs a fragilidade das medidas preventivas e a urgência de punir os responsáveis por atividades que colocam vidas em risco.

A investigação do acidente de charrete em Itanhaém segue em andamento, com a polícia analisando imagens e ouvindo testemunhas para esclarecer as circunstâncias da morte de Thalita. O delegado responsável, Arilson Veras Brandão, destacou que as versões conflitantes serão confrontadas com provas materiais. Se confirmado que o condutor participava de um racha, ele pode responder por homicídio doloso, agravando sua situação jurídica. Enquanto isso, a prefeitura planeja endurecer a legislação municipal após o acidente de charrete em Itanhaém, prometendo multas mais severas e maior presença da Guarda Civil. A expectativa é que essas mudanças tragam mais segurança e evitem que outras famílias passem pela dor vivida pelos entes queridos de Thalita.

O acidente de charrete em Itanhaém é um alerta para os perigos de práticas ilegais em espaços públicos e da falta de fiscalização efetiva. A morte de Thalita Danielle Hoshino não pode ser vista apenas como uma fatalidade, mas como um chamado à ação para proteger quem frequenta as praias do litoral paulista. A solução passa por uma combinação de repressão às corridas de charretes, educação da população e cooperação entre os municípios. O legado de Thalita, mesmo em meio à tragédia, pode ser o impulso para transformar as faixas de areia em locais de lazer seguro. Que o acidente de charrete em Itanhaém marque o fim de uma era de negligência e o início de um compromisso real com a vida.

Autor: Prospyre Batari Frash

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